Love SMS para ela

Frases de Te amo para tu novia o novio, para expresar el amor que sientes por él/ella y transmitir la importancia que tiene en tu vida. Expresar lo que quieres a una persona es una de las mejoras cosas que puedes hacer para afianzar la relación. Mensagens de amor para Namorada e Esposa (ela) Eu queria dizer-lhe que onde quer que eu esteja, seja o que acontecer, eu sempre pensarei em você e sobre o tempo que passamos juntos, como o momento mais feliz que tive. Ela o agradeceu por algo legal que você fez por ela no dia? Dá para descobrir bastante coisa e entender o que a menina acha de você ao prestar atenção no que ela valoriza. Os elogios nem sempre são tão óbvios. Se a menina mandou uma mensagem para contar algo legal que aconteceu, está deixando claro que você é importante para ela. Newsela ELA. The 5 demands to make of your ELA content. We've assembled the 5 questions to ask before investing in any ELA instructional content. Read the white paper. What your peers are saying See All Case Studies 'Newsela brings the world inside of a classroom in a way that is accessible for students! It's easy for a teacher to tell students ... Caso ela tenha falado sobre uma prova, entrevista ou algum outro evento importante, envie uma mensagem para demonstrar que se lembra e para desejar boa sorte. Um pouco de encorajamento pode ser o que ela precisa para se dar bem e para se sentir importante para você. Essas são algumas coisas que você pode dizer: 'Boa sorte na prova amanhã. 14-jul-2020 - Explora el tablero 'Love messages' de frasesmuybonitas.net, que 13955 personas siguen en Pinterest. Ver más ideas sobre Mensajes románticos, Mensajes de amor, Mensajes. Long romantic wishes include long funny wishes for her which expresses the love of the partner for her. The best wishes can be sent through text messages and gifts for her to make her feel special and happier. “For my sweet love, your love and care for me has made my life much beautiful and charming filled it with happiness all around. Não desista dele. Nem quando ele disser que não vale a pena ou que não quer mais você na vida dele. Ou quando ele te irritar e provocar ciúmes só pra ver você irritada. Cuida dele. Quando ele estiver cansado ou não quiser falar sobre o que houve. Seja insistente quando ele te ignorar. Não ... SMS de amor para ella. نوفمبر 07, 2017 fetah no Hay comentario. SMS de amor para ella. Pequeñas y dulces palabras solo para ella: Eres mi hermosa y bonita guerrera. Tú eres mi universo, mis lugares. Mis montañas, mi cielo, mi tierra. Y te mantendrás mejor todo el tiempo. ...

Eu nao consigo desapegar.

2019.09.20 11:26 Bullke Eu nao consigo desapegar.

Em julho de 2017 eu estava bem entediado com a vida, terceiro ano do ensino medio, ja tinha passado para uma faculdade particular boa, nao tinha muitos amigos e os poucos que eu tive, outra longa historia... enfim, tinder. Eu usava o tinder boa parte do tempo para zoar, nunca foi meu interesse conhecer absolutamente nenhuma das pessoas que eu dava match, mas usava a minha foto mesmo assim, eu nao era babaca, so ficava mandando cantada idiota. Todo dia. A primeira frase que eu falava era "opa meu mel", eu era constantemente ignorado, mas as vezes alguem acabava respondendo. Minhas configuracoes eram para pessoas mais longes de mim (16km) e mais velhas (30-50) mas um dia uma menina de (supostamente) 19 anos apareceu na minha "timeline" (?), quem ja usou tinder sabe que nao e normal pessoas com idade tao destoantes da que voce setou aparecer, costuma ser like. Ela tinha um nome peculiar, era muito bonita, dei like e logo apareceu que demos match. Mandei o classico opa meu mel, esperando um belo block, mas ela respondeu "ola meu docinho". Comecamos a conversar depois disso e conversavamos o dia todo. Ela sempre me respondia rapido e era doce, era muito facil de conversar com ela. Descobri que ela estava gostando de mim pelo jeito que ela estava me tratando, algumas indiretas que ela postava, enfim, eu tinha tido poucas relacoes na minha vida, nunca tinha sentido nada demais por ninguem, eram todas paixonites, chamei ela no whatsapp e disse que EU gostava dela, queria ver uma reacao, ela disse que gostava de mim e que tinha medo de nao ser correspondida, eu fiquei meio chocado mas resolvi dar uma chance pra ela. Quando a gente comecou a ficar mais intimo nossa relacao ainda era virtual, isso durou mais ou menos 2 semanas (eu me sinto mal de lembrar disso tudo, minha visao chega a ficar turva) ate que marcamos de nos encontrar numa segunda ou quarta, eu costumava ter aula a tarde nesses dias e os pais dela trabalhavam dia sim dia nao, era perfeito. Quando eu cheguei na casa dela eu nao conseguia acreditar no que eu via, eu a achava linda, mas pessoalmente ela e a menina mais linda que eu ja vi na minha vida, ate hoje. Alias eu me lembro o dia que eu fui la, chequei no calendario e cai numa senguda feira, eu fui na casa dela dia 28 de julho de 2017. Ela era italiana, nascida e criada ate os 8 anos la, estava com uma camisa preta escrita i love roma, era romana. Tipo aquelas i love ny. O meu primeiro instinto foi agarrar ela e beijar, era completamente reciproco. Ficamos minutos sem falar, abracados, foi diferente de tudo que eu ja tinha tido. Eu entendi o que era amor, o que e esse negocio que queima no peito, bom... eu fiquei na casa dela ate as 6 horas da tarde, fui para a minha e meu mundo estava diferente. Eu tava sentindo as coisas diferente, eu tava mais feliz, eu nao consigo explicar, mas volto a falar sobre isso mais tarde. Conversamos e concordamos em me apresentar para a familia dela dia 4 de agosto, iria ter uma festa de aniversario da avo dela, eu sou muito timido (obvio, escreve sobre problema na internet) mas eu estava disposto a passar por qualquer coisa. Os pais dela eram pessoas bem legais, o pai era italiano e a mae brasileira, pessoas otimas. Quando estavamos a caminho do aniversario notei que estavamos no bairro do meu melhor amigo, como voces estavam prevendo, ela era parente dele. Ela manteve isso de surpresa, mas em uma das fotos que eu usava no tinder ele aparecia comigo, era uma foto bem idiota mas ela guardou pra me contar quando fosse ser mais engracado (palavras dela). Eu estava constrangido mas feliz, daquele dia apenas memorias doces. Nos nos acostumamos a nos ver 2x-3x por semana, eu fui o segundo namorado dela e perdemos a virginidade juntos, nao tinha como ser melhor do que aquilo. ATEEEEEEEEEEEE QQQUUUEEEEEEEE................ Um dia ela estava aqui em casa com o celular na mao falando com um amigo, eu li no celular dela pelo reflexo do oculos um nome, ela disse que ele era um amigo e a principio eles nao passavam disso, mas eu ja sabia que ele gostava dela. Ela era sempre bem aberta, nao tinha percebido que ele gostava dela, tanto que eu avisei. Eu nao era ciumento, eu confiava plenamente nela. Ela era prima do meu melhor amigo e uma mulher que eu idealizava. Tava tudo perfeito. Ela comecou a dar algumas desculpas no meio da semana, disse que tinha uns trabalhos etc. Eu desconfiava que ela estava me traindo, com 3 meses de namoro. Eu tava certo, mas bem... o inferno comecou. Eu sempre dizia que ela estava me traindo, argumentava e mostrava tudo, ela negava e fazia teatro. Mesmo assim eu ainda a via como a mulher mais linda que eu ja vi, ainda penso isso. Ainda tenho algo aqui dentro, nao diria que e amor mas continuando, nossa relacao maravilhosa comecou a ficar toxica. Muito toxica mesmo. Cheguei a invadir o celular dela, ela me traia descaradamente. Nos moravamos longe um do outro, sou de uma cidade de 600k habitantes, ela mora numa ponta e eu na outra. Era facil e conveniente. Um dia eu tomei banho, peguei meu celular e sai para a casa dela, era um dia que ela ia "fazer um trabalho" a tarde, tentei ligar pra ela, sem sucesso, mas ja estava a caminho, entao, foda-se. Toquei sua campainha, ela demorou pra abrir, entrei meio abafado, disse que queria deixar algo no quarto dela e ir ao banheiro. A casa dela era pequena, isso me dava desculpa para ver quase tudo. Passei e vi o quarto dos pais dela com a cama baguncada. Era onde nos transavamos, a cama era de casa, e o quarto dela de porta fechada. Ela entrou na frente e disse que nao queria que eu entrasse, eu disse ok e me virei, quando ela deu mole eu passei por ela e encarei a porta. Ela segurou meu braco e me chamou pelo nome do menino. Eu olhei pra cara dela com nojo, ela com medo, ela tentou me segurar e essa foi a unica vez que eu fiz forca contra ela na minha vida. Eu dei um arrancao, puxei meu braco violentamente e abri a porta. O menino estava sentado na cama dela, com uma cara de sarcastico. Eu nao apago essa porra. isso foi mais ou menos no 4 mes. Eu era bem toxico, mas a unica coisa que eu sempre pedi pra ela foi pra se afastar DESSE cara, eu sabia que nao ia ser bom, mas acho que ela me usou de degrau. por um segundo minha visao ficou embacada, eu soquei o rosto dele e parti pra cima, ele segurou meus bracos e disse que nao ia brigar comigo. Eu demorei uns 20 segundos ate parar de me debater e me acalmar um pouco. Me levantei e so queria ir embora, nem queria a alianca. Tinha dado para ela um anel de prata de 4 meses, eu jurava para todo mundo que seria ela, eu tinha certeza. Ela guardava uma garrafa de Mountain dew que eu dei pra ela, eu vi depois que me acalmei. Ela era contraditoria, me traia mas tinha pequenos gestos de amor genuino. Enfim, ela se botou na frente da porta e nao queria me deixar sair. Ficamos gritando, eu ameacei ir bater no menino, QUE AINDA ESTAVA NA CASA, ela disse que nao ia sair e que era pra eu bater nela, etc etc. Eu nao fiz nada. quando ela saiu da frente, depois de muita descussao, eu pedi o anel que tinha dado de volta, ela estava usando ele. Ela nao queria me dar, mas eu disse que tinha acabado e que aquele anel nao pertencia a ela mais. De novo, depois de muito grito e briga, ela me deu o anel, que imediatamente isolei, na frente dela. Tentamos de novo pois eu realmente a amava, ela acreditava que me amava, mas nao havia mais confianca. ela tinha de fato se afastado do menino dessa vez, como eu pedi, mas eu nao confiava mais nela. Ja tinha dado. Terminamos num domingo, nao quero me lembrar do dia, mas desde esse dia eu sinto falta dela. Eu fiquei com raiva e tivemos brigas horrorosas depois do termino. A mae dela descobriu que eu a chamei de puta, eu sempre omiti pra ela que a filha dela tinha me traido pq eu nao queria magoar a mae dela que era extremamente conservadora mas eu nao tava mais ligando, nao depois que eu fui apontado como o vilao. Eu recebi uma mensagem de texto da mae dela dizendo que tinha me tratado como filho etc que fui mal agradecido e que eu nao tinha o direito de falar assim da filha dela bla bla bla. Me bloqueou no whatsapp. Espumando de raiva, eu mandei um sms contando o nome do menino, dizendo que ela ia aparecer com ele logo mais, e que ele sempre foi o motivo das brigas, ela ficou sabendo quando terminamos da primeira vez, a menina quebrou um copo de raiva na pia segurando. Acompanhei ela pro medico nesse dia mas nao falei nada sobre isso com a mae dela, deixei ela falar antes, achava mais justo. O meu sms parecia uma profecia, que se concretizou como eu previ. Ela me desbloqueou pra me dar feliz aniversario, natal, ano novo e carnaval. Acho que ela notou quem era quem ne? Eu hoje estou namorando uma menina que sabe do meu trauma, me aceita, e e muito boa. Mesmo. Ela nao sabe que eu ainda sinto algo por essa outra menina, mas eu nao trairia ela por motivos obvios. Eu sou super carinhoso e a amo, mas lembra no comeco quando eu disse que sentia o mundo diferente quando eu comecei a namorar a primeira menina? Pois e, agora que tinhamos terminado eu literalmente sentia as coisas ao redor de forma diferente, quase como se tudo tivesse fora do lugar ou como se eu tivesse sido teleportado pra outra realidade. Ate hoje sinto um vazio e diversas vezes sinto saudade dela, creio que foi meu primeiro amor e quem sabe o maior, mas nao me impede de amar de novo. Eu fiz coisas terriveis pra ela mas que nao se compara com o que ela fez comigo. Minha atual namorada sabe da historia toda. Ela e um grande pilar e me da muita forca mas por algum motivo eu sinto uma vontade autodestrutiva de trazer minha ex pra minha vida. Ela agiu de forma completamente irrelevante sobre o que ela fez, e isso me trouxe uma dor extrema. Faz 2 anos que, TODOS OS DIAS da minha vida eu penso nela. Eu nao a trocaria pela minha atual, nem em um cenario hipotetico, mas eu sinto que eu tenho muitas pontas soltas com ela. Enfim, nao sei, eu me contradigo bastante, tita da terra,
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2017.12.28 17:57 brucewaynedosuburbio Oi, Reddit. Hoje me pagaram R$ 2 mil para stalkear e descobrir tudo sobre uma pessoa. Segue meu relato de como fiz isso :)

EDIT MAIS IMPORTANTE: não me desafiem :)
EDIT IMPORTANTE: galera, comecei a receber várias mensagens de pessoas interessadas e pedindo ajudaa para encontrar amigos e amores do passado. Eu não sou profissional nisso e fiz isso como hobby, não depositem suas fichas em mim não, rs.
E outra: vou viajar agora no Ano Novo e ficar um tempo fora. Então não devo responder mais nada por aqui por um tempo. Quando voltar, vejo mensagem por mensagem e se posso ajudar ou não.
Voltando ao post original
Eu trabalho com marketing digital e sempre fui bom em caçar pessoas. Fazia isso no trabalho direito a ponto de se tornar um hobby. Brotou um cliente novo? Eu usava meus recursos para descobrir tudo o que podia sobre ele: endereço, estado civil, mídias sociais, processos, relacionamentos e por aí vai.
Isso me fez descobrir coisas interessantes. Como uma pessoa que entrevistamos para o trabalho era um bolsominion expulso da Polícia Militar acusado de assassinato (surpreendentemente absolvido, apesar de tudo apontar contra ele e seus colegas e ter até matéria de jornal sobre isso). Que o novo namorado de uma colega de trabalho frequentava um fórum de acompanhantes e tinha um perfil fake para manter contato com as primas. Que uma funcionária daqui abriu uma empresa no nome do marido e estava usando informações privilegiadas nossas para concorrer conosco em pequenas licitações.
Minha fama acabou crescendo um pouquinho até chegar em um amigo de um colega de trabalho. A missão que ele me passou? Encontrar um amor dele do segundo grau. Achei meio obsessivo, mas o cara me disse que só queria saber como ela estava, como eles haviam perdido completamente o contato por terem se formado ainda nos anos 90, sem os benefícios da internet e tal. Ele tentou contratar uma firma de detetives, mas os caras não descobriram nada com as informações que ele passou. E ele ainda morreu uma grana boa com eles.
Ele veio falar comigo e pensei, por que não? Como nunca tinha feito isso na vida, ofereci receber APENAS se descobrisse alguma coisa, apesar de geralmente rolar um adiantamento nesses casos. Segue como fiz.
Disclaimer importante: nada aqui é garantia de que vocês terão algum resultado seguindo essas dicas. Algumas pessoas têm uma pegada digital ínfima por conta da idade ou da natureza de seus afazeres profissionais/acadêmicos.
Informações que recebi: primeiro nome, um dos sobrenomes, bairro onde a pessoa morava e supostamente ainda morava, uma foto dessa pessoa no fim dos anos 2000 em uma reunião de ex-alunos dessa escola. Ele também sabia que a pessoa em questão fazia aniversário em maio. Ele desconfiava que ela havia passado para algum curso de Letras de faculdade pública do Rio de Janeiro ainda no fim dos anos 90.
Primeira fonte: o Facebook: perguntei ao cara se ele conhecia alguém de confiança que morasse no mesmo bairro que ela. Ele tinha. Essa pessoa me cedeu sua senha e login no Facebook temporariamente para ajudar na busca. A combinação de nome + sobrenome que ele tinha não dava resultado algum. Provavelmente ela usava outro sobrenome.
Aqui eu tinha duas alternativas: a mais correta, que era pegar esses dois nomes que ele tinha e consultar o registro de aprovados no curso de letras nos anos que ele indicou (1998/1999) ou visitar a antiga escola dela. Seria o método mais fácil para descobrir o nome completo dela, mas também me tomaria tempo e gasto de ficar indo fisicamente nas universidades e na escola para consultar esses registros. Eu não queria tirar a bunda da cadeira, então foi na força bruta.
Eu chutei algumas dezenas de sobrenomes. Comecei calculando o numero de perfis que acessei numa única manhã e parei de contar quanto já estava na casa dos 200. Acho que estava na casa dos 300 quando encontrei pela foto.
Páginas curtidas, fotos curtidas pela pessoa: vamos chamar a pessoa de Karen. Karen tinha um Facebook bem monótono. Parcialmente fechado, com menos de 200 amigos e pouquíssima atividade. Isso é um empecilho fodido, mas vamos lá: com a user ID dela, você consegue checar as fotos que ela curtiu a partir do link https://www.facebook.com/search/INSERIR_NÚMERO_DA_ID_AQUI/photos-liked . Também acompanhei as curtidas dela.
Assim, descobri que ela era espírita e seguia as páginas de alguns centros espíritas. Nos comentários de fotos dela - as poucas abertas - vi pessoas mencionando encontrá-la no tal centro espírita, mas sem mencionar o nome dele. Chequei as fanpages de todos os centros e revirei as fotos dos eventos até descobrir que não só ela era membro assídua de um deles, mas também era médium de um deles. Consegui até para ele os horários em que ela atendia no centro.
Pelas páginas curtidas, também descobri um bocado sobre ela: que ela tinha um filho, que ela era espírita e de esquerda, que ela fora abandonada pelo marido. que seguia várias páginas de concurseiros, que gostava de ler literatura hot, que aparentemente sofria de depressão.
Nosso amigo Google: sabendo o primeiro nome dela, o sobrenome que esse cliente lembrava e o que ela usava no Facebook, juntei os três para fazer algumas combinações de pesquisa no Google. Sempre usando aspas e tentando fazer diferentes buscas.
"Karen" "Santos" "Amoedo"
"Karen dos Santos" "Amoedo"
"Karen Amoedo" "Dos santos"
Como eu sabia o ano aproximado em que ela nasceu e o suposto mês, jogava a data junto também com um dia aleatório: "13/05/198X".
Não demorou muito para rolar o bingo. Karen dos Santos Souza Amoedo, nascida em 24/05/198X. A informação veio na lista de aprovados de um concurso público de alguns anos atrás.
A partir daí, foi uma chuva de resultados. Descobri as exonerações e contratações dela em diferentes cargos federais e estaduais por conta dos Diários Oficiais, que ela foi assistente administrativa em uma faculdade daqui por alguns anos, passou em outro concurso e migrou para outra instituição.
A partir dos editais de cada concurso e o LoveMondays, identifiquei também o salário estimado que ela ganhava em cada um deles sem grandes dificuldades.
O Google retorna muita coisa boa. Registros em cartório, processos, empresas no seu nome, uma caralhada de coisa. Numa dessas buscas, encontrei o perfil dela no Youtube, que era aberto e tinha várias informações de coisas que ela gostava: hobbies, canais sobre depressão e espiritismo, plano de estudos para concursos públicos e por aí vai.
CPF é seu amigo
Hoje, é muito fácil no Brasil você consultar informações de pessoas por CPF em sites como o CC Fácil. Seu próximo passo então é descobrir o CPF da pessoa em questão.
Aqui é muito 8 ou 80. Muita gente tem o CPF largado pela internet por milhões de razões: alguma citação em ação judicial, diário oficial, burrice, uns bancos cadastrais que se encontram por aí. O meu, por exemplo, não está disponível em lugar algum.
No caso dessa pessoa em questão, jogar o "Karen dos Santos Souza Amoedo" (lembrando que o nome é fictício :) ) rendeu algumas dezenas de resultados e, num deles, havia o CPF da pessoa em questão. Fui lá eu no CC Fácil fazer a consulta.
Tem duas coisas SUPER importantes sobre o CCFácil:
O resultado? O endereço de casado dela, o atual endereço, o celular, o telefone fixo, alguns detalhes sobre a vida financeira dela.
A interpretação das informações: só nessa brincadeira aí já estava terminado o serviço, mas decidi ir mais a fundo e ver o que mais conseguia descobrir. Muita coisa é subjetiva e fruto de algumas migalhas de informação que a gente precisa interpretar, é quase como contar uma história mesmo.
Eu consegui acertar o perfil básico dela quase que por inteiro. A conclusão que cheguei foi que Karen casou-se com 20 e poucos anos, teve um filho e se separou em algum momento. Não consegui descobrir o nome do cônjuge, mas acho que poderia ter ido mais longe se recorresse aos cartórios da região. A depressão veio depois da separação, aparentemente com o filho ainda pequeno (hoje adolescente).
Pela descrição que ele me deu, ela parecia pouquíssimo religiosa nos tempos de escola. Concluí que a religião foi a forma que ela encontrou de enfrentar a depressão. Ela jamais exerceu a profissão pela qual se formou, se limitando a fazer vários concursos públicos para assistente administrativo, sempre mirando bem baixo. O salário mais alto da carreira dela foi R$ 2700~R$3100, já com as gratificações inclusas, pelo que consegui achar.
Ela conseguiu manter o peso após a gravidez, pelas fotos que encontrei. Mas a separação e a possível depressão fizeram ela engordar bastante. Ela também seguia várias páginas de comida orgânica e dietas saudáveis, mas não parecia estar fazendo muito efeito.
O que mais consegui?: liguei para a entidade pública onde ela trabalhava me identificando como funcionário dos Correios. Queria confirmar o endereço dela e a unidade daquela repartição onde ela trabalhava, já que era uma instituição bem grande. Falei que tinha uma encomenda no nome dela como endereço errado e que seria devolvido ao remetente, mas que aquele era o único telefone de contato. Nego se desdobrou e conseguiu me passar exatamente onde ela trabalhava e o ramal dela. Essa instituição tem várias unidades diferentes espalhadas pela cidade.
Queria confirmar o endereço que havia descoberto pelo CPF, mas também quis testar a ingenuidade dela. Dei outro endereço próximo no bairro em que ela mora, dei o nome do remetente como uma loja de apostilas de concursos públicos (com base nos interesses dela que escavei). Ela acreditou na hora e me passou o endereço certo, confirmando o segundo endereço que recebi na consulta da CC Fácil. Talvez o primeiro fosse dos tempos de casada.
Além disso tudo, com uma foto taggeada de uma amiga, descobri a escola onde o filho dela estuda. E que ele é meio geek/otaku (imagina se o cara tá no sub, hehe).
Acertei tudo? Da minha interpretação, só errei o espiritismo como válvula de escape para a depressão após o fim do casamento. Na verdade, o espiritismo foi a resposta que ela encontrou para a morte do pai há alguns anos.
Por que estou postando isso aqui?
Várias razões:
Sim, é meio creepy. Bem creepy, na verdade. Mas eu fiquei satisfeito com o resultado e espero que os dois se deem bem. E que ele não seja um psicopata ou mate ela, senão vou ficar com uma dor na consciência fodida. Mas pelo menos ganhei R$ 2 mil por basicamente um dia de trabalho :)
Vai funcionar comigo?
Aí vai um depende gigantesco, como eu disse lá em cima. Eu tenho uma vida bem ativa nas redes sociais e me recrimino por isso. É bem fácil saber bastante sobre mim e descobrir coisa sobre a minha vida. Mas a minha esposa, por exemplo, tem uma pegada digital mínima. Trabalha na iniciativa privada, em uma empresa pequena, não tem empresas no seu nome, não faz concursos públicos, não tem uma profissão que coloque o nome dela na internet repetidamente, não é chegada às redes sociais.
Se meu alvo em questão fosse a minha esposa, provavelmente eu não conseguiria porra nenhuma. Minha dica? Se vocês têm algo comprometedor e querem esconder, ou até simplesmente querem proteger sua privacidade, comecem a buscar essas informações sobre vocês disponíveis por aí e apaguem elas. Se você quer encontrar alguém, é só ser perseverante. A internet é um mar de informação.
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2017.11.01 18:01 pedrothegrey Blues in Green em uma quarta-feira chuvosa

I.
Arthur tinha tomado café da manhã às pressas. Esquentou a água sem o açúcar e só percebeu quando engoliu o café com a cara de quem tinha mordido uma acerola bem verde. Caminhou até o ponto de ônibus e parecia que iria chover. Colocou seu MP3 S1 fixado no encaixe de cinto da sua calça e mexeu no fone de ouvido até achar a posição certa para fazê-lo funcionar. Mau contato. Havia comprado esse novo modelo com 512MB e receava molhá-lo. Dois dias atrás tinha deixado na lista de downloads do LimeWire um albúm de Jazz, “A Kind of Blue” e finalmente poderia escutá-lo. Trazia também “Feel Good Inc.” e outras duas mais do Gorillaz, uma tal “B.Y.O.B.”, mas achou muito agitada para uma manhã tão calma, “Ace of Spades”, “Cowboys from Hell” e “I Love Rock n’ Roll” do jogo que havia comprado recentemente, Guitar Hero. Era tudo que tinha pois seu MP3 antigo só suportava 128MB e ainda não tinha tido tempo de baixar tudo que queria.
Entrou no ônibus e pagou a passagem, R$ 1,35. Se incomodava sempre com os 35, pois era inconveniente carregar uma moeda de 25 centavos, uma de 10 e uma nota de um real, com seu beija-flor verde. De todo modo, porquê não R$ 1,25? Arthur se sentou e tentou ajustar o fone, que agora foi tirado do preciso milímetro que o deixava funcionando. Ouve-se, alto, “Hello Moto!” e em seguida um alarme com música eletrônica. No banco ao seu lado, um homem revira os bolsos e pega seu Motorola V3. Olha pelo visor, revira os olhos, respira fundo e abre o aparelho. “Alô? Oi, amor. Não, estou no ônibus, pode falar. Uhum, sei... Mas é o... não? Ah, ela fez isso de novo? Vou te dizer, essa menina não tem jeito. Por mim eu a deixava sozinha, sabe? Ela tem 18 anos, ajuntada com aquele homem que não faz nada pra ninguém. Pois é. Aham. Exatamente, ele não trabalha e... É. Nem gasta tempo com isso, sabe? É gastar energia... isso, é gastar energia à toa. Querida, eu preciso desligar porquê meus créditos vão acabar. Se eu puder te mando um SMS quando chegar. Tá bom, beijos.”
Depois dessa conversa apaixonada, Arthur finalmente consegue ajustar seu fone de ouvido, Blues in Green numa quarta-feira chuvosa. Deus, que coisa boa. O ônibus passa por toda sorte de estradas esburacadas, rios espumantes e pela refinaria de petróleo, com suas torres eternamente em chamas, enrusbescendo o céu noturno. Mas não era noite. Arthur havia chegado na Universidade e chovia fino. Uma brisa leve carregava as gotinhas gentis para seus óculos. Sentou na cantina e pediu um café e um pão com manteiga, 25 centavos. Um par de mãos oculta seus olhos.
— Adivinha quem é. - Disse uma voz feminina.
— Camila? - Arthur respondeu, rindo.
— Idiota. - Ela riu uma risada com gosto de Blues in Green numa quarta-feira chuvosa.
— É brincadeira. - E a beijou.
— Sentiu minha falta?
— É claro, sempre sinto.
— Mesmo quando a gente se fala pelo MSN?
— Especialmente nesses dias.
— Deixa eu ver o MP3 novo. - E o mostrou a ela.
— 512 megas? Não sei nem o que colocar aí dentro. - Ela disse.
— Pois é. Eu também estou perdido, acabei baixando algumas coisas novas, mas nem tenho espaço no computador de casa para tanta música.
— Isso porque você ocupa a máquina com seus joguinhos.
— Half Life não é um joguinho, Jéssica. É um marco.
— Eu acho que é um joguinho.
— Você deve ter razão.
— Sempre tenho.
Saíram da lanchonete e entraram no prédio da Universidade. Se despediram com um longo beijo. Jéssica seguiu para sua aula de 8:30h no 9º andar. Arthur parou na sacada do 3º andar e acendeu um cigarro. Observou os pássaros indo e vindo, os carros que saiam de uma pista de via dupla para uma via de quatro pistas e a fumaça do cigarro. Havia já uma semana que alguns cursos da Universidade estavam parados, incluindo o dele. Greve. Por sorte, Jéssica continuava tendo suas aulas. Ele não podia trabalhar pois o curso poderia voltar a qualquer momento e os horários jamais o deixariam ter um emprego fixo. Essa era a terceira greve do ano. Jéssica ainda não sabia da decisão de Arthur quando ele se encaminhou para a secretaria e pediu, mais tarde naquele dia, o cancelamento da sua matrícula.
II.
O dia anterior, uma terça-feira, foi feriado nacional. Caterine e Umberto, pais de Arthur, faziam planos de alterar o jardim. Queriam comprar vigas de eucalipto tratado e construir um tipo de portal extenso, que seria coberto de uma tela aonde se plantaria maracujá ou bougainville. Não era uma má ideia, mas Umberto detestava gastar os feriados trabalhando. Pela velha tirania de ímpeto conjugal, Caterine o convence a ir comprar a madeira. Ele pede para que Arthur o acompanhe e assim ele o faz. Depois de alguns minutos de um silêncio desconfortável no carro, eles chegam a madeireira. Umberto faz toda sorte de perguntas à vendedora, que o recebe com uma simpatia destoante de estar trabalhando no feriado. Ela diz o preço, R$ 60 por nove vigas de um metro e sessenta de altura. Umberto se interessa e segue para o estoque para conferir os eucaliptos, mas vê de imediato que são pequenos demais para o que quer. Desiste da compra, com um sorriso no rosto. Voltam para casa e contam toda a história para Caterine, que desconfia da boa vontade dos dois.
Mais cedo naquele dia, Jéssica havia chamado Arthur para que a fosse visitar, tomar café e ver um filme novo que havia alugado, “Lord of War” com Nicolas Cage. Ela morava a bons dez ou quinze quilômetros de Arthur. Umberto estava sentado na sala, vendo o resultado dos jogos de futebol.
— Ei, pai. Será que eu posso pegar cinco reais para abastecer o carro e sair com a Jéssica? - Arthur perguntou.
— Hm... - E olhou para ele.
Se levantou e foi para a varanda, onde acendeu um cigarro. Por alguns segundos, Arthur achou que ele havia o esquecido. Quando pensou em perguntar de novo, Umberto o olhou nos olhos.
— Olha, eu não tenho como sustentar você, o carro e a garota. A gente tá apertado e você sabe disso.
— Tudo bem, só perguntei mesmo.
— Quando você trabalhar você vai...
— Eu entendi, tá tudo bem.
— Me escuta.
— Não precisa.
— Ah, então que se... - e xingou.
Arthur procurou pelo seu quarto, na sala e na cozinha por todas as moedas que conseguia encontrar. Achou um total de 80 centavos. Ainda não dava para pagar as duas passagens, muito menos abastecer o carro. No computador de Jéssica, um pop-up: “Arthur s2 está online”. “Estou indo, mas vou demorar um pouco.” ele escreveu. E saiu de casa a pé.
Alguns quilômetros depois, cansado, parou e se sentou num banco. Acendeu um cigarro que havia pegado de Umberto à noite. Ele havia parado na frente do edifício do escritório, seu novo emprego. Tinha mandado o curriculum para lá há um mês e o aceitaram como qualquer-coisa-junior. Tinha a impressão de ser sua carta de alforria. Ninguém sabia, nem mesmo Jéssica. Deu uma última tragada e tomou coragem para continuar a caminhada.
III.
Passaram-se dois meses. Era aniversário de Caterine e a família de Arthur iria se reunir. Estava quente, seco e os olhos de Arthur ardiam. Havia se mudado há duas semanas e meia. Sua casa só tinha uma televisão de 29 polegadas em cima de um banquinho de plástico, uma geladeira, cama, fogão e a mesa do computador. Saiu de casa com o estômago embrulhado. No seu computador, pairava uma mensagem de Jéssica: “Tá aí? Podemos conversar?”. Saiu de casa depressa, como se pudesse fugir da situação.
Chegou na festa. Faziam churrasco e a fumaça nublava o ambiente. Música alta e conversas. Tinham por volta de 10 adultos, mais Umberto e Caterine e umas cinco ou seis crianças correndo sem parar. Arthur deu um beijo na mãe e seu presente. Sentou-se, comeu e conversou todos os típicos papos de famílias que só se veem duas vezes por ano. Foi buscar água dentro de casa, Umberto o acompanhou.
— E aí? Como está indo no emprego? - Perguntou Umberto.
— Indo. Nada de novo.
— E a casa? Conseguiu resolver a documentação?
— Amanhã eu vou terminar.
— E a Jéssica? Tudo bem? Porquê ela não veio?
— Não sei.
— Vocês estão...
— Eu não sei.
— Ela deve ter ficado chateada porquê você largou tudo.
— Duvido.
— Vocês começaram a brigar depois disso, não foi?
— Não.
— Bom, ela deve ter ficado chateada por isso.
— É você que está incomodado com isso.
— Eu sempre achei que você poderia fazer coisa melhor.
— Eu também.
— E porquê você não estudou para aquele concurso?
— Não sei.
— Seu problema é só preguiça. Você tinha o mundo nas mãos.
— Eu ainda posso tentar fazer um concurso.
— Você vai mesmo?
— Não sei.
— Imaginei que não.
A noite chega e Arthur segue para casa. Senta-se na cadeira do computador e mexe o mouse. O monitor de tubo faz estática na tela e o desktop começa a ganhar vida. Quinze mensagens de Jéssica, todas muito grandes. Ele não lê. Segue direto para o banho e depois deita na cama, virado para a parede. Sentia um formigamento na barriga que ia ficando cada vez mais forte, até se tornar dor. Seu coração palpitava cada vez mais forte enquanto sua mente tentava não pensar em tudo aquilo. Nas mensagens e nas decepções... Ele tentava esquecer. Tentava lembrar das músicas novas que havia baixado e dos filmes que iriam lançar no ano seguinte. Mas os filmes ele veria com ela. Não tinha importância, ainda teria lugares para ir, coisas para ser. Ele poderia trabalhar ainda mais longe da família. E esqueceu do seu esforço para esquecer. "E se acabasse? E se ela realmente me deixasse? Não, isso não vai... Vamos conversar e resolver isso. Mas e se realmente... Não, ela só quer conversar mesmo. Nós vamos conversar e ir ao cinema depois. Mas...".
A garganta de Arthur dói, seus olhos ardem. Ele continua olhando para a parede tentando não pensar em nada. Um barulho na porta. Arthur respira, se levanta da cama e tenta não desabar. Encosta, tremendo, na maçaneta e abre a porta. Não era nada. Ele inventou esse barulho na sua cabeça. As dores vão embora mas Arthur continua a tremer. Ele ri da sua situação. Se deita novamente, olhando para a parede. Um barulho de pop-up (o barulho personalizado de Jéssica). As dores voltam lentamente. Deitado de bruços, ouve seu coração batendo como se fosse o de um touro. Sua respiração indo e vindo sem qualquer padrão, enchendo seus pulmões com lufadas de ar irregulares. Pulmão lhe fez lembrar de fumar. Acendeu um cigarro perto da janela. Tragou fundo e sentiu suas pernas fracas e a cabeça pesada, como se fosse o primeiro cigarro. Questionou se era efeito da nicotina. De repente, um novo barulho na porta. Toc toc toc. Com um cigarro aceso na boca, a fumaça lhe queimando os olhos e provocando lágrimas, ele abre a porta.
— Arthur... Precisamos conversar.
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