Amor temporada elenco 3

Descubra os 28 episódios da 3ª temporada da série O Barco do Amor. Caso você continue navegando no AdoroCinema, você aceita o uso de cookies. Primeira Vez Amor - 2ª Temporada Dublada. 2ª TEMPORADA COMPLETA DOWNLOAD TORRENT DUBLADA DUAL ÁUDIO MKV 720P. Recomendamos Assistir. Série Grand Army - 1ª Temporada Completa (2020) Desenho Carmen Sandiego - 3ª Temporada Completa (2020) Filme Os Rapazes da Banda (2020) Série Ratched - 1ª Temporada Completa (2020) Elenco Diretores: Oh Jin ... Netflix anunció la fecha de estreno de la nueva temporada de la serie española ‘Élite‘.Mira las primeras imágenes de las grabaciones de la tercera temporada. Esta nueva temporada llegará la la plataforma muy pronto, concretamente el viernes 13 de marzo.Además, la plataforma ha querido dejar algunos detalles de lo que pasará en esta tercera entrega. Amor Ocasional (2ª Temporada) avaliado por quem mais entende de séries, o público. Faça parte do Filmow e avalie esta série você também. Amor Ocasional (1ª Temporada) avaliado por quem mais entende de séries, o público. Faça parte do Filmow e avalie esta série você também. Lavanda e Amor 2002 12 1 temporada Séries chinesas Dois amigos de infância se separam por causa de uma mudança para os EUA e prometem se reencontrar 10 anos depois, mas as complicações da vida ameaçam o futuro do casal. Encuentra todo el reparto de la temporada 3 para la serie Power: actores, directores y guionistas. Encuentra todo el reparto de la temporada 3 para la serie Amar en tiempos revueltos: actores, directores y guionistas. El contenido sobre el elenco de protagonistas o reparto de actores, actrices y personajes en Baby, la serie italiana de Netflix, puede aumentar. Guarda el link. Guarda el link. Apuntes sobre Baby, temporada 3

Um pequeno resumo do sentimento tricolor com a volta do Fred

2020.06.07 03:56 svltmattew Um pequeno resumo do sentimento tricolor com a volta do Fred

A chegada do Fred na realidade não deveria ser uma chegada, pois ele jamais deveria ter saído, sua despedida foi um crime inafiançável para o torcedor tricolor, um rompimento, um divórcio sem consentimento, um adeus sem um porquê. No entanto, esse crime cometido pela gestão Peter Siemsen sempre deixou no ar uma possibilidade de volta em nossas mentes, o torcedor sempre quis seu capitão em casa novamente, mas a gestão seguinte, a de Pedro Abad, nunca trouxe essa possibilidade, pelo contrário, Fred ainda saiu do Atlético MG pro Cruzeiro, e esse sonho se tornava cada vez mais distante, e talvez, nunca se concretizasse se a flusócio ficasse no poder pelos próximos dois anos.
Nesse meio tempo em que Fred saiu não carecemos de camisa 9, nossa 9 é mítica e qualquer um que a veste já temos a certeza de que teremos um artilheiro. Nós carecemos foi de gestão, de visão financeira e de futebol. Com Pedro Abad fomos tratados não só como palhaços como também de chacota pela mídia. Foi um presidente que quando não errava em suas escolhas pra dentro das quatro linhas, errava para fora, Abad dispensou nosso ídolo e Bicampeão brasileiro Cavalieri por telefone, bem como o zagueiro Henrique, que na época jogava como capitão. No ano seguinte não demonstrou o mínimo de interesse em renovar com nosso igualmente ídolo Gum, guerreiro multi-campeão e símbolo de uma era. Ainda por cima perdeu jogadores como Gustavo Scarpa e Henrique Dourado para rivais após uma excelente temporada pelo clube. Aliás, Scarpa ainda conseguiu uma rescisão na justiça por falta de pagamento... Nossa imagem estava completamente destruída.
Dourado que fez mais de 30 gols em 2017 foi substituído por Pedro, também goleador com nossa camisa 9. Pedro foi tão querido por nós tricolores, tanto beijou nosso escudo e fez juras de amor que recebeu de nós um enorme carinho com a música de nosso maior ídolo contemporâneo, ouviu de nós "O Pedro vai te pegar", em alusão ao "Fred vai te pegar". Não havia um tricolor que não visse no Pedro uma possibilidade dele ser um grande ídolo, de ser um grande jogador, e isso tudo virou ladeira a baixo em pouco tempo.
A chegada de Mário Bittencourt com apenas 3 meses de clube já mostrou uma mudança de postura, Pedro, jogador da base do Fluminense, "cria de Xerém" como carinhosamente chamamos nossos jogadores aqui formados, estava tendo contato com o Flamengo, gostaria de ouvir uma proposta. Como? Como assim nosso camisa 9, goleador, queria ouvir uma proposta do rival? É... Toda a idolatria que se tornava possível futuramente por Pedro, como ocorre hoje pelo Richarlison, se tornou numa raiva sem tamanho, só que de certa forma, importante. Pedro nos mostrou que ele não era ídolo, que jamais seria, que o tricolor só estava carente, que a saída de Fred em 2016 deixou um vácuo tão grande em nossos corações que qualquer um que vestisse a 9 e fizesse alguns gols já ganharia status. E a realidade é que nenhum deles foi o Fred. A atitude de Mário em se recusar a vender Pedro pro Flamengo nada mais foi que uma atitude de torcedor, e igualmente como torcedor aplaudo até hoje ele de pé. Não existe vender jogador da forma como foi pra um rival, isso é inconcebível, ele já se queimaria como presidente logo de início, se o Pedro quisesse tanto jogar no rival, que saísse pela multa ou que fosse para outro clube e depois arrumasse seu jeito de ir para lá, e assim foi feito.
Mário apesar de ainda estar no seu início de gestão mostrou postura, errou e acertou em algumas decisões, mas em meio a pandemia só faz golaço pra nossa torcida, e a volta do Fred foi o seu gol de placa. A realização de um sonho que já durava mais de 4 anos, o regresso do nosso maior ídolo da era moderna. Fred que segundo nosso presidente será o símbolo dessa restruturação do clube após uma crise tão profunda em que estivemos desde sua saída.
A volta de Fred traz a nós tricolores a nostalgia de uma época vitoriosa, cheia de glórias, na qual toda semana a única certeza era de que o grito de "O Fred vai te pegar" iria acontecer. E agora a certeza é de que não vai faltar garra nem gana dentro de campo, a esperança de que o Fluminense vai voltar a manter os seus jogadores, de que vai repatriar aqueles que aqui fizeram sua imagem e sua história, como o novo sonho de ter Thiago Silva nas laranjeiras. O regresso de Fred é um símbolo, é muito mais que só um jogador, é uma convicção de novos dias dourados, porque um time com ídolos, é um time que pode chegar a qualquer lugar.
O Fluminense de Fred traz ao tricolor um sentimento parecido com aquele que clubes argentinos já estão acostumados a ter, da volta de seus grandes ídolos. Seja com Milito no Racing, ou como já trouxe diversas vezes ao torcedor do Boca Jrs com Riquelme e Tevez. O retorno de um grande ídolo engrandece a imagem do clube, atrai patrocínio e principalmente, traz ao torcedor e ao próprio elenco a sede de vitória. E em seu próprio contrato Fred tem a possibilidade de ser embaixador, o que já é uma mostra de que sua presença dentro do clube será algo engrandecedor, assim como também ocorre tanto em times argentinos com os já citados, quanto em times europeus também. Sua vinda, de bicicleta, por 600km, mostra a nós tricolores mesmo antes dele pisar nos gramados que nosso capitão está mais ativo do que nunca, com mais garra do que já teve em qualquer ano de sua carreira. E não, não existe a possibilidade de dar errado, o único erro nisso tudo foi seu divórcio em 2016. Fred e Fluminense juntos é como Romário e Bebeto, Washington e Assis, Maradona e Careca, Pelé e Garrincha. É um casamento que mesmo que não tenha sua presença dentro de campo em todos os jogos e ele fique apenas no banco já será de uma dimensão imensurável ao coração verde branco e grená. Esperamos muito tempo pelo retorno de nosso capitão, mas como já diz no nosso hino: "Quem espera sempre alcança", e nossos dias de glórias estão para voltar.
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2020.06.07 03:56 svltmattew Sim, o Fred vai te pegar

A chegada do Fred na realidade não deveria ser uma chegada, pois ele jamais deveria ter saído, sua despedida foi um crime inafiançável para o torcedor tricolor, um rompimento, um divórcio sem consentimento, um adeus sem um porquê. No entanto, esse crime cometido pela gestão Peter Siemsen sempre deixou no ar uma possibilidade de volta em nossas mentes, o torcedor sempre quis seu capitão em casa novamente, mas a gestão seguinte, a de Pedro Abad, nunca trouxe essa possibilidade, pelo contrário, Fred ainda saiu do Atlético MG pro Cruzeiro, e esse sonho se tornava cada vez mais distante, e talvez, nunca se concretizasse se a flusócio ficasse no poder pelos próximos dois anos.
Nesse meio tempo em que Fred saiu não carecemos de camisa 9, nossa 9 é mítica e qualquer um que a veste já temos a certeza de que teremos um artilheiro. Nós carecemos foi de gestão, de visão financeira e de futebol. Com Pedro Abad fomos tratados não só como palhaços como também de chacota pela mídia. Foi um presidente que quando não errava em suas escolhas pra dentro das quatro linhas, errava para fora, Abad dispensou nosso ídolo e Bicampeão brasileiro Cavalieri por telefone, bem como o zagueiro Henrique, que na época jogava como capitão. No ano seguinte não demonstrou o mínimo de interesse em renovar com nosso igualmente ídolo Gum, guerreiro multi-campeão e símbolo de uma era. Ainda por cima perdeu jogadores como Gustavo Scarpa e Henrique Dourado para rivais após uma excelente temporada pelo clube. Aliás, Scarpa ainda conseguiu uma rescisão na justiça por falta de pagamento... Nossa imagem estava completamente destruída.
Dourado que fez mais de 30 gols em 2017 foi substituído por Pedro, também goleador com nossa camisa 9. Pedro foi tão querido por nós tricolores, tanto beijou nosso escudo e fez juras de amor que recebeu de nós um enorme carinho com a música de nosso maior ídolo contemporâneo, ouviu de nós "O Pedro vai te pegar", em alusão ao "Fred vai te pegar". Não havia um tricolor que não visse no Pedro uma possibilidade dele ser um grande ídolo, de ser um grande jogador, e isso tudo virou ladeira a baixo em pouco tempo.
A chegada de Mário Bittencourt com apenas 3 meses de clube já mostrou uma mudança de postura, Pedro, jogador da base do Fluminense, "cria de Xerém" como carinhosamente chamamos nossos jogadores aqui formados, estava tendo contato com o Flamengo, gostaria de ouvir uma proposta. Como? Como assim nosso camisa 9, goleador, queria ouvir uma proposta do rival? É... Toda a idolatria que se tornava possível futuramente por Pedro, como ocorre hoje pelo Richarlison, se tornou numa raiva sem tamanho, só que de certa forma, importante. Pedro nos mostrou que ele não era ídolo, que jamais seria, que o tricolor só estava carente, que a saída de Fred em 2016 deixou um vácuo tão grande em nossos corações que qualquer um que vestisse a 9 e fizesse alguns gols já ganharia status. E a realidade é que nenhum deles foi o Fred. A atitude de Mário em se recusar a vender Pedro pro Flamengo nada mais foi que uma atitude de torcedor, e igualmente como torcedor aplaudo até hoje ele de pé. Não existe vender jogador da forma como foi pra um rival, isso é inconcebível, ele já se queimaria como presidente logo de início, se o Pedro quisesse tanto jogar no rival, que saísse pela multa ou que fosse para outro clube e depois arrumasse seu jeito de ir para lá, e assim foi feito.
Mário apesar de ainda estar no seu início de gestão mostrou postura, errou e acertou em algumas decisões, mas em meio a pandemia só faz golaço pra nossa torcida, e a volta do Fred foi o seu gol de placa. A realização de um sonho que já durava mais de 4 anos, o regresso do nosso maior ídolo da era moderna. Fred que segundo nosso presidente será o símbolo dessa restruturação do clube após uma crise tão profunda em que estivemos desde sua saída.
A volta de Fred traz a nós tricolores a nostalgia de uma época vitoriosa, cheia de glórias, na qual toda semana a única certeza era de que o grito de "O Fred vai te pegar" iria acontecer. E agora a certeza é de que não vai faltar garra nem gana dentro de campo, a esperança de que o Fluminense vai voltar a manter os seus jogadores, de que vai repatriar aqueles que aqui fizeram sua imagem e sua história, como o novo sonho de ter Thiago Silva nas laranjeiras. O regresso de Fred é um símbolo, é muito mais que só um jogador, é uma convicção de novos dias dourados, porque um time com ídolos, é um time que pode chegar a qualquer lugar.
O Fluminense de Fred traz ao tricolor um sentimento parecido com aquele que clubes argentinos já estão acostumados a ter, da volta de seus grandes ídolos. Seja com Milito no Racing, ou como já trouxe diversas vezes ao torcedor do Boca Jrs com Riquelme e Tevez. O retorno de um grande ídolo engrandece a imagem do clube, atrai patrocínio e principalmente, traz ao torcedor e ao próprio elenco a sede de vitória. E em seu próprio contrato Fred tem a possibilidade de ser embaixador, o que já é uma mostra de que sua presença dentro do clube será algo engrandecedor, assim como também ocorre tanto em times argentinos com os já citados, quanto em times europeus também. Sua vinda, de bicicleta, por 600km, mostra a nós tricolores mesmo antes dele pisar nos gramados que nosso capitão está mais ativo do que nunca, com mais garra do que já teve em qualquer ano de sua carreira. E não, não existe a possibilidade de dar errado, o único erro nisso tudo foi seu divórcio em 2016. Fred e Fluminense juntos é como Romário e Bebeto, Washington e Assis, Maradona e Careca, Pelé e Garrincha. É um casamento que mesmo que não tenha sua presença dentro de campo em todos os jogos e ele fique apenas no banco já será de uma dimensão imensurável ao coração verde branco e grená. Esperamos muito tempo pelo retorno de nosso capitão, mas como já diz no nosso hino: "Quem espera sempre alcança", e nossos dias de glórias estão para voltar.
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2020.04.28 20:18 livrosetal O Barco Encantado, de Luanne Rice

Sinopse
Luanne Rice apresenta-nos o retrato caloroso, embora pungente, de três irmãs que vivem separadas e que regressam uma última vez a Martha’s Vineyard para se despedirem da casa de família. Recordações da avó, da mãe e do pai irlandês, que partiu de barco no ano em que Dar, a mais velha, fazia doze anos, vieram ao de cima e expuseram as ténues brechas no mito da família — especialmente quando cartas antigas, agora descobertas, revelam uma verdade que as faz percorrer a terra natal dos seus antepassados. Transpostas para um lugar desconhecido, cada irmã encara a vida, os sentimentos e os laços com a casa de família sob uma nova perspetiva. Mas como abrirem mão de um local que contém o amor complexo da sua imperfeita família? O romance encerra uma temporada em Martha’s Vineyard, uma missão à Irlanda, um elenco memorável de amigos, incluindo um místico extravagante, a paixão pelo surf e três irmãs muito diferentes com uma vida repleta de beleza, sofrimento e um amor profundo em que nunca tiveram a certeza de poder confiar. O Barco Encantado é um romance tão intemporal quanto o mar à volta do qual se desenrola e que tem Luanne Rice no seu melhor, capturando com o seu talento invulgar a família em toda a sua complexidade.
Epub retail
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2020.01.03 19:54 ABC-Diario Lali Espósito iba a estar en ATAV: ¿la invitarán a la segunda temporada?

El guionista de “Argentina, tierra de amor y venganza”, Leandro Calderone reveló secretos de la novela más exitosa del 2019 y confesó que Lali Espósito había sido una de las opciones para integrar el elenco de la novela. Además, de remarcar que la China Suárez pidió el personaje de Raquel, Calderone le confesó a Ángel de Brito que “habíamos escrito dos personajes sin saber quién iba a ser cada uno”. “Lo escribimos en 2015, y habìa una opciòn para Lucía y la China iba a ser Raquel, pero a opción para Lucía no fue la actriz que habíamos pensado”, reconoció el guionista. Por tal motivo, remarcó que en su momento “habíamos pensado en Lali y la China, nos encantaba y a Lali le hubiera gustado pero no pudo” y remarcó que “habíamos pensado en Lali para Lucía y la China Raquel”.

Mas info en: https://www.abcdiario.com.afama/argentina/2020/1/3/lali-esposito-iba-estar-en-atav-la-invitaran-la-segunda-temporada-15558.html
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2019.04.24 02:30 Spookycliquebr Twenty One Pilots para a NME [traduzido]

As filiais da B&Q em Birmingham devem estar fazendo um grande comércio de fita adesiva amarela. Fora do Resort World Arena da cidade, em 27 de fevereiro, os adolescentes estão aplicando-o avidamente ao uniforme verde do exército. À medida que mais tropas descem - com lenços de pescoço amarelos usados ​​como máscaras - é como um elenco para uma versão júnior de The Purge.
Os espectadores podem ser perdoados por presumir que uma demonstração Anônima vai acontecer, mas esta é a Skeleton Clique, superfanbase ferozmente dedicada de Twenty One Pilots, esperando do lado de fora do local seis horas antes do duo de Ohio estar no palco para dar o pontapé inicial no Reino Unido de sua gigantesca Bandito Tour.
Eles fizeram meticulosamente cosplay dos uniformes do vocalista Tyler Joseph e do baterista Josh Dun na arte e vídeos apocalípticos de seu último álbum, "Trench". Alguns se sentam esboçando fotos de seus ídolos. Um aperta um banner estampado com as palavras "VOCÊ SALVOU MINHA VIDA".
É apropriado, porque Twenty One Pilots - com seus principais temas de insegurança, saúde mental e fé - é uma banda perfeita para salvar a vida, uma referência para aqueles que acham que ninguém os entende.
No papel, no entanto, eles são desafiadoramente estranhos. Com "Trench", eles criaram um mundo mítico de alto conceito - que pode confundir até mesmo os roteiristas de Lost. Vagamente, sua trama diz respeito a uma cidade alegórica chamada Dema e os nove bispos ditatoriais que impedem seus habitantes de escapar - e a força rebelde de bandidos que buscam libertá-los. Mas há muito mais do que isso.
Longos sub-threads Reddit são dedicados a decodificar significados ocultos em músicas e decifrar pistas em cada peça de mídia que a banda lança. Há muitos ovos de páscoa: por exemplo, o nome completo de 'Nico' da música 'Nico e os Niners' - um grande inimigo - é Nicolas Bourbaki, que é o pseudônimo coletivo para os cientistas que inventaram a notação de zero - o ø usado na marca de twenty one pilots.
Musicalmente, eles são igualmente pouco convencionais: uma geração Spotify pós-gênero mistura de estilos que facilmente se exercitam através do rap, reggae, R&B, prog, electro-pop, indie - basicamente, eles voltaram a mão para tudo “Canto da garganta mongol”. No entanto, de alguma forma, é verdade que "Blurryface" - seu quarto álbum inovador - enviou o duo estratosférico em 2015, permitindo que o baterista Josh Dun fizesse seus backflips de marca regristrada nos maiores palcos do mundo.
Nos bastidores da arena, os assistentes [de palco] estão montando a elaborada e visualmente espetacular produção de Bandito, que envolve um carro em chamas, e dublê [de corpo] que permitem que um Tyler vestido de capuz desapareça e reapareça, como Houdini, no meio da música, em diferentes partes da arena.
Versões de brinquedos peludos do Ned - o personagem CGI gremlin que eles introduziram recentemente no vídeo "Chlorine" - sobre os alto-falantes. Quando nós primeiro pegamos um vislumbre de Josh - conhecido por suas acrobacias - ele está tocando bateria de ar e fazendo piruetas no ar para suas próprias músicas. Mais tarde, ele e Tyler brigam com os aspiradores de pó que estão sendo usados ​​para aspirar o palco.
Mas eles têm foco de laser. Na música de "Trench", "Bandito", Tyler canta: "Eu criei este mundo para poder sentir algum controle", e você acha que isso se estende a todos os aspectos da banda. Sua pequena equipe de proteção vem de sua cidade natal, Columbus, e tudo o que a NME faz com a banda acontece sob o olhar atento de seu círculo íntimo.
Durante nosso bate-papo de 70 minutos, o gerente da turnê está parado na porta do camarim, aumentando a sensação de que você pode ser transportado para um bunker, emergindo meses depois, reprogramado e enrolado em uma fita adesiva amarela.
Felizmente, a banda é charmosa e solícita. O principal compositor, Tyler, vacila de ser intenso a imbecil ("Nós passamos tanto tempo juntos, eu sinto que sei tudo sobre John", ele brinca com Josh).
Quando ele está dizendo algo revelador, evita o contato visual. Josh é seu lastro lúdico, tendendo a sentar em silêncio e participar apenas quando há uma piada. Nem xinga - nem sequer uma vez. Tendo vindo direto de uma sessão de autógrafos do HMV, Tyler está preocupado com sua voz. "Eu tentei não falar com nenhum deles, mas não posso evitar", diz ele. "Eu fico tipo: 'Muito obrigado por ter vindo, de onde você veio?'"
Eles parecem ser tocados pelos extremos aos quais seus apoiadores foram. Do lado de fora, os fãs até se agitaram vestidas como "bispos" em roupas vermelhas enquanto na Rússia, roupas de banana apareceram na multidão - uma piada sobre como Tyler e Josh, ambos com 30 anos, têm aversão à fruta.
"Nós fornecemos apenas alguns pedaços da inspiração, mas eles são os únicos que se tornaram o motor da coisa toda", diz Tyler. Além de Tyler uma vez "ficar na fila por oito horas, quando The Killers tocou minha cidade natal", nenhum deles foi a extremos extraordinários para seus grupos favoritos. “Nós desejamos que o nível de cultura dos fãs estivesse por perto quando éramos mais jovens”, observa Josh. "Porque muitas dessas histórias sobre como essas pessoas se conheceram e como elas se tornaram melhores amigas quando estão esperando na fila por horas e dias são inspiradoras e legais."
"Blurryface" tornou-se o primeiro disco da história a ter cada uma das músicas certificadas pelo menos em ouro. Quando eles colecionaram o Grammy em 2017 para Melhor Performance de Pop Duo / Grupo para o single "Stressed Out" (batendo Rhianna e Drake, e Sean Paul - um homem que os descreveu como "o novo Nirvana"), eles tiraram seus boxers em o caminho para o palco, lembrando-se de como uma vez eles assistiram ao show de premiação em suas calças em Columbus e disseram: 'Se algum dia ganharmos um Grammy, deveríamos recebê-lo assim'.
É indicativo de sua ambição. Tendo formado Twenty One Pilots como um trio na universidade em 2009, Tyler recrutou Josh e perdeu dois membros em 2011. “Desde o início, tínhamos grandes visões e sonhos de onde queríamos estar, então nada nos pegou de surpresa”, diz Josh , imperturbável. "O que seria mais surpreendente para as pessoas é quantas vezes nos olhamos e dissemos: 'Sim, é exatamente isso que imaginamos e o que vimos'.
Durante o ciclo "Blurryface", eles se lembram de vender pequenos clubes, teatros e arenas no mesmo ano. "Quando você diminui o zoom, você pode pensar: 'Ah, isso foi muito louco'", diz Josh. "Mas nós estávamos em turnê desde 2011 tocando em shows todas as noites, então você está perto demais para perceber isso. É como quando seu tio, que não o viu por um ano, chega e diz: "Você ficou muito alto".
As coisas mudaram, no entanto. Questionado sobre quem é o contato mais famoso em seu telefone, Tyler passa pela sua lista de contatos antes de parar em Chris Martin ("Isso é incrível de dizer em voz alta", ele ri) - o vocalista do Coldplay certa vez deixou uma mensagem de voz sobre a banda. Josh responde: Eu cresci ouvindo uma tonelada de Blink [182], então pensar que nos últimos anos eu me tornei amigo de Mark [Hoppus], é surreal. Quando eu era adolescente, eu nunca teria imaginado que iria trocar mensagens com ele.
Em outubro, quando lançaram 'Trench' - após um apagão de um ano sem envolvimento de mídias sociais ou shows, e uma trilha secreta para os fãs seguirem levando ao seu anúncio - ele só foi derrotado nas paradas por Lady Gaga e Bradley Cooper, com ‘Nasce Uma Estrela'.
Você pode argumentar que é igualmente cinematográfico: as pessoas sugeriram a Tyler que eles deveriam expandir suas promessas distópicas em um longa-metragem. "A intenção nunca foi, 'vamos escrever um disco que tenha força suficiente para se transformar em uma série da Netflix', mas é legal saber que criamos algo com substância suficiente para sabermos que essa pergunta está sendo feita", ele nega.
Além disso, embora camuflada na fantasia, e a mitologia Dema, com suas referências a religiões antigas como o zoroastrismo, "Trench" é, na verdade, uma dissertação sobre saúde mental do final de vinte anos. Nas composições, como nas conversas, Tyler diz suas coisas mais interessantes quando ele não olha nos seus olhos.
Tendo a narrativa preparada “durante anos”, ele tentou introduzi-la em “Blurryface”, cujo personagem principal é uma personificação de sua ansiedade e insegurança. Durante esse tempo, ele até se apresentou com as mãos e o pescoço revestidos de tinta preta - para representar o aperto tóxico de sua ansiedade. A maneira como ele descreve "Trench" é semelhante a um mapa psicanalítico do Google.
"É sobre usar a arte de contar histórias para entender melhor um problema muito menos fantástico que está navegando em sua própria psique e dando a ela um destino e lugares que você deve e não deve ir e os personagens que deve evitar. E isso pode ser encontrado dentro da luta de cada pessoa ”, diz Tyler.
"É interessante que 'Blurryface' - onde criei um personagem que representa tudo o que eu não gostei de mim mesmo e tudo o que estou tentando superar coincidentemente foi o álbum que realmente aconteceu para nós", continua ele. “O fato de sermos forçados a revisitá-lo todas as noites é uma lição valiosa em suas próprias inseguranças pessoais: você trabalha com isso, tenta superá-lo, mas nunca é algo que você pode simplesmente deixar de lado e se separar”.
Um trio de músicas em "Trench", Tyler se vê totalmente demitido e existe "fora da mitologia da série Netflix", como ele diz. 'Smithereens' é uma canção de amor bonitinha, dirigida por ukulele para sua esposa, Jenna Black, com quem ele se casou em 2015. 'Legend', entretanto, é uma homenagem ao seu avô, Bobby, que apareceu na capa do álbum de 2013 'Vessel 'ao lado do avô de Josh. Ele começou a escrever a faixa quando a demência de Bobby começou, mas seu avô faleceu em Março do ano passado, antes que pudesse ouvi-la.
Tyler: “Eu menciono nas letras: 'Eu gostaria que ela tivesse te conhecido.’ E eu estou falando da minha esposa, porque quando ela começou a aparecer, ele ficou pior. Ele costumava ser tão espirituoso e iluminava um quarto e mudava a dinâmica social de qualquer situação, e há centenas e centenas de histórias clássicas, mas quando ela chegou, ele estava indo depressa. Ele era imprevisível, não lembrava os nomes das pessoas, o que era um novo tipo de dor.”
Seus olhos parecem lacrimejar. “Meu pai me contou um momento no final - onde ele se lembrava do meu nome - e perguntou: 'O que o Tyler está fazendo?'. Ele sempre perguntava e meu pai tentava explicar: "Ele está em uma banda, toca música". E ele disse: "Bem, eu quero ouvir uma música".
E isso foi antes de eu escrever qualquer coisa para "Trench". Meu pai está dirigindo o carro e ele continua insistindo: "Bem, eu quero ouvir uma música!". E meu pai não tinha nenhuma música no carro. Por puro desespero, ele liga o rádio e agita o dial algumas vezes e uma de nossas músicas está ligada e ele pode dizer: "Lá - aí está ele e esta é a sua música".
“E assim, de uma maneira estranha, você pode pensar em todo o sucesso e reconhecimento que tivemos, foi apenas para preencher uma pequena história onde meu pai foi capaz de mostrar ao meu avô a música que eu escrevi naquele momento no rádio."
Em ‘Neon Gravestones’, tipo Post Malone, Tyler corre contra a alegoria de alguém tirando a própria vida de alguma forma "glamourosa" em vez de uma tragédia, cantando: "Na minha opinião, / Nossa cultura pode tratar uma derrota / Como se fosse uma vitória”, E a fetichização irresponsável do Clube 27 (“ Eu poderia desistir e aumentar minha reputação / eu poderia sair com um estrondo / Eles saberiam o meu nome”).
"Eu estava com medo dessa música", diz Tyler. “Então, essa música é muito preta e branca. Eu trabalhei duro em cada pronome. Porque eu sabia que era um assunto delicado, a última coisa que eu precisava era que alguém entendesse mal o que eu estava tentando dizer. Eu estava com medo de não me esconder atrás da metáfora. Eu entendo que há riscos em ser mal interpretado ou deturpado. Há uma chance absoluta de ofender as pessoas ou parecer desonra, mas eu realmente queria focar nas pessoas que estão aqui para ouvir. Eu queria apontar algo que gostaria de ouvir quando estiver passando por esses pensamentos.”
Tyler aplaude a nova geração de artistas falando abertamente sobre sua saúde mental e desabilitando o estigma. "Eu acho que nossa cultura, quando se trata de suicídio e depressão, deu um grande salto", diz ele. “Estou tão orgulhoso de que a música tenha liderado a capacidade de falar sobre isso tão abertamente, e falar sobre isso é muito importante. Então, de certa forma, eu realmente sinto que há um grande lado disso que tem sido coberto com "vamos falar sobre isso, tipo, você não é louco, não há nada de errado em apenas olhar quantas pessoas passam por isso".
"Trench" culmina com a abrangente "Leave The City", que Tyler descreveu como uma "crise de fé". Tanto ele como Josh foram criados em lares religiosos. O pai de Tyler era o diretor da escola cristã que ele freqüentava; quando Josh era mais jovem, a maioria da música secular foi banida, deixando-o para esconder contrabando de álbuns do Green Day debaixo da cama.
"Um dos equívocos é por causa de onde estamos e do que conquistamos - e porque as pessoas acham que temos um estilo de vida de rock louco - que aprendemos que não precisamos mais de Deus", explica Tyler. "E não é isso."
“Eu sou o tipo de pessoa que precisa desafiar tudo e minha fé é algo que eu sempre passei por temporadas fortemente desafiadoras e uma vez que eu coloquei em teste e vi o que é, eu sou capaz de aceitar isto. Durante 'Trench', houve momentos específicos em que você conseguiu ver onde eu estava em minhas temporadas de desafio e re-aceitação - e eu definitivamente estava passando por um momento desafiador. ”
“A questão é: preciso de Deus? A verdade é que não tenho resposta para isso alguns dias. Alguns dias eu tenho, e porque eu escrevo músicas, eu escrevo letras - você vai me ver entender. Não posso deixar de abordar esses tipos de perguntas porque é por isso que comecei a escrever músicas em primeiro lugar. ”
Essas grandes questões estão à espreita sob o capô de um carro muito brilhante. A razão pela qual twenty one pilots provaram ser tão bem sucedidos comercialmente é porque as próprias canções transbordam de ganchos. Você não precisa saber que "Leave The City" envolve uma crise existencial - ou exige um guia turístico para Dema - para aproveitar o fato de soar como M83 produzindo My Chemical Romance em sua pompa da Black Parade.
O que não pode ser exagerado é o quão divertido é o espetáculo ao vivo de Twenty One Pilots. Hoje à noite, eles se abrem com Josh segurando uma tocha acesa, incendiando um carro, e assistindo a fusileantes de shows de mágica de Vegas, kits de bateria de multidões, homens vestidos de Hazmat borrifando névoa na platéia, confetes e uma competição para encontrar o melhor pai dançarino.
Não é surpresa que Tyler diga que ele é competitivo: como alguém que já foi oferecido uma bolsa de basquete, pode ser. Coloque-o com outra banda e é como hamsters compartilhando uma jaula.
Quando eles assinaram com o emo-citadel Fueled by Ramen - lar dos amigos Paramore e Panic! At The Disco - Pete Wentz do Fall Out Boy levou-os sob sua asa para martelar isso fora deles. "Ele nos mostrou como ser bons irmãos", diz Tyler. "Quando começamos a tocar localmente, você estaria na lista com outras nove bandas. Você queria que eles explodissem, então você viria e roubaria o show. Quando saímos em turnê como o ato de abertura do Panic! e Fall Out Boy, nós tínhamos a mesma mentalidade, mas Pete disse: "Veja todas aquelas pessoas lá fora - vá e faça fãs".
"E eu nunca percebi...", diz ele com total sinceridade e sem nenhum traço de hipérbole em sua voz - "as pessoas poderiam ser fãs de mais de uma banda. Mas estaríamos mentindo se disséssemos que a vantagem competitiva desapareceu completamente. Queremos ser os melhores - e manter todos os outros afastados”.
Enquanto "Trench" foi escrito principalmente por Tyler em seu estúdio no porão em Columbus e enviado para Josh (que agora vive em Los Angeles), seu acompanhamento está sendo escrito na estrada. Ele irá aprofundar ainda mais no folclore de twenty one pilots. "Há um personagem sobre o qual não se fala que desempenha um grande papel e é provável que este seja o próximo passo", diz Tyler.
Josh, por sua vez, tem um casamento para se preparar, tendo se comprometido com a ex-aluna do Disney Channel, Debby Ryan, em Dezembro. Ele brinca que entrará na igreja com solos de bateria. Mas o que há em ambas as mentes é o final da turnê no Reino Unido - estrelando no Reading e Leeds em Agosto.
“Reading & Leeds é um dos primeiros festivais que assistíamos quando nos conhecíamos”, diz Tyler. “Nós assistíamos a vídeos na internet. Nos concentramos nesse programa há meses, no que a produção vai ser.”
Tyler olha para os sapatos, frustrado consigo mesmo. "Não consigo expressar exatamente como isso é importante, mas estamos muito animados em poder provar que esse é o lugar onde pertencemos. Nem todo mundo está lá na platéia para ver você e você tem que conquistá-los, você tem que trabalhar duro para eles. Há outras bandas tentando se destacar e estamos prontos para tirar a cabeça deles.”
Resistência - liderada por bandidos ou não - é fútil.
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